Greice e Everton: um casamento lindo e econômico no Sul 5


Hoje é dia de casamento da leitora aqui no blog! A querida da Liagreice conta como ela e seu noivo Everton conseguiram realizar o casamento dos sonhos com um orçamento de R$ 10 mil! O casamento foi em Santo Amaro da Imperatriz (em Santa Catarina, a 30 km de Florianópolis). Então pega a pipoca e vem com a gente, porque o post é longo! Tem vídeo, fotos, relato e ficha técnica no final…

Casamento no campo de Greice e Everton. Foto: Caroline Cerutti,Casamento no campo de Greice e Everton. Foto: Caroline Cerutti,Cerimônia ao ar livre no casamento no campo de Greice e Everton.Cerimônia ao ar livre no casamento no campo de Greice e Everton. Foto: Caroline Cerutti,Cerimônia ao ar livre no casamento no campo de Greice e Everton. Foto: Caroline Cerutti,Cerimônia ao ar livre no casamento no campo de Greice e Everton. Foto: Caroline Cerutti.Noiva no casamento no campo de Greice e Everton. Foto: Caroline Cerutti,Cerimônia ao ar livre no casamento no campo de Greice e Everton. Foto: Caroline Cerutti.Cerimônia ao ar livre no casamento no campo de Greice e Everton. Foto: Caroline Cerutti.Noiva e sua mãe no casamento no campo de Greice e Everton. Foto: Caroline Cerutti.Noivos e amigos no casamento no campo de Greice e Everton. Foto: Caroline Cerutti.Noivos e filhos no casamento no campo de Greice e Everton. Foto: Caroline Cerutti.

“Bom, falar do meu casamento é sempre muito bom pra mim. Eu e meu – agora – marido estamos juntos desde final de 2004, quando noivamos. Em 2006, eu morava em outra cidade, acabei engravidando e ele veio morar comigo. E assim ficamos até 2012: ‘ajuntados’, ‘amasiados’, com ‘união estável’ e dois filhos lindos no currículo.

Até que, ao comprar um terreno e decidir construir nossa casa, nos deparamos com a chata situação de ‘precisa de certidão de casamento’. Como já não era a primeira vez que nos faziam essa exigência, decidimos fazer uma cerimônia pequena para oficializar a união, ter o famoso papel nas mãos e tocar ficha na vida devidamente regularizada perante os olhos da justiça.

Quando eu digo que gastei cerca de R$ 10 mil no meu casamento as pessoas ficam de boca aberta! ‘Só isso?’, me perguntam… E quando eu digo que desses R$ 10 mil, metade foi para os fotógrafos (que era o que eu fazia mais questão nesse casamento), aí mesmo que não acreditam.

Eu mesma fiz meu convite de casamento, usando o básico do básico do Photoshop. Como era um casamento no campo, priorizei o verde. Depois, embrulhei cada um em uma folha de papel reciclado, com um fio de ráfia e uma flor (que no começo foi natural, mas nos outros convites coloquei artificial, mesmo, para durarem mais).

Muitos convites mandei por e-mail, o que garantiu que apenas alguns fossem impressos (familiares e padrinhos). No total gastei R$ 45,00 com eles (não lembro, sinceramente, quantos imprimi).

Quando aos convidados, a coisa foi mais complicada. Casamento às vezes vira uma ‘festa da uva’. A gente sente-se obrigado a convidar todo mundo… Aquele tio do pai do amigo da sua mãe, que ‘é como se fosse da família’, ou aquele parente super distante que você só vê no Natal e com quem não tem a menor intimidade… Tem que lembrar que o casamento é seu, as contas são suas, o momento é seu. A gente não pode deixar toda a parentada dar palpite na lista de convidados! Eu decidi convidar todos os meus tios e tias e seus cônjuges, mas não chamei meus primos (todos adultos). Expliquei que era uma cerimônia muito simples e com número de convidados restrito. Alguns ficaram uma fera e não foram (depois, se arrependeram), mas outros apoiaram super bem a ideia.

Bom, escolhemos fazer um casamento diurno. Uma das grandes vantagens é que você não precisa fazer no sábado, o dia mais concorrido do mundo para casamentos. O meu foi num domingo. Todos os fornecedores que eu queria muito e que tinham a agenda fechada um ano antes estavam livres para os domingos! E melhor ainda: com um pouco de lábia, consegui convencer alguns deles que domingo é um dia em que, normalmente, eles não teriam trabalho, então poderiam fazer um preço melhor para todos saírem lucrando….Funcionou bem!

Outra vantagem do casamento é que as fotos saem maravilhosas! A luz natural é divina para fotografias, e o seu casamento fica retratado de uma maneira única. Fotografia era uma das minhas prioridades, e eu fazia muita questão da fotógrafa que escolhi, a queridíssima Caroline Cerutti. Valeu cada centavo que empreguei em seu trabalho!

Por outro lado, tinham coisas de que eu não fazia questão que fossem top de linha. O vestido de noiva, por exemplo. Tem noiva que não se imagina casando com um vestido que já foi usado por outra pessoa ou que quer muito que seja um modelo feito por determinado estilista. Já eu não… e dei uma sorte danada! Encontrei uma promoção num site de compras coletivas que era um pacote: traje do noivo, da noiva, uma dama e um pajem, tudo por R$ 950. Liguei e me assegurei de que, caso gostasse de um vestido mais caro que o da promoção, poderia acrescentar o valor. Então, fechei com eles.Por ser um casamento diurno e no campo, achei o vestido ideal (sem muita “chiqueza”) pelo preço da promoção mesmo. Uma pechincha!

 

Quanto ao local, decidimos realizar a cerimônia a céu aberto no terreno que tínhamos acabado de comprar. A decoração nós dois queríamos que ficasse por conta da natureza, e por isso a decoradora cobrou apenas R$780 (já com desconto de pagamento à vista) pelo aparador (para a juíza de paz), cadeiras, flores, passadeira para a noiva e mais alguns enfeites, além da decoração do local da recepção (uma casinha aconchegante e simpática em meio à natureza).

Por ser uma cerimônia mais íntima, não aluguei ‘carro da noiva’. O noivo foi no nosso carro e eu fui no carro da minha mãe, com a daminha e o pajem.

A festa num casamento de dia também sai mais em conta. Nada de jantar, banda e artefatos para baile. Como meu casamento foi às 9h da manhã, ofereci um brunch, em um café colonial muito charmoso. Aqui no Sul, os cafés-coloniais fazem muito sucesso. Em um buffet desses é possível comer sopas, cremes, lasanhas e tortas salgadas, bem como salsichas e ovos mexidos, diversos tipos de pães, bolos, tortas, e mais uma infinidade de acompanhamentos. Fechei o café para o meu dia e paguei mais ou menos 50 buffets a R$ 20 por adulto (com bebidas não alcoólicas inclusas) e R$ 9 por criança.

As músicas da cerimônia ficaram a cargo de um DJ. Entrei ao som de ‘Paz e Amor’ do Nenhum de Nós. Como dá para ver nas fotos, com muitas flores na cabeça e os pés descalços, pisando no chão que, depois de muito suor derramado, é nosso, onde será construída nossa casa, sob a árvore em que um dia haverá um balanço para as crianças brincarem…

Quem levou o noivo ao altar foi nossa filha, Clara, e quem me levou foi nosso pequeno Gabriel. Também foram eles que nos trouxeram as alianças, um momento de puro simbolismo e amor. Minha avozinha atendeu meu pedido e cantou para nós durante a cerimônia. Ela escolheu a música Fascinação, e ficou muito emocionante vê-la cantando. Foi uma cerimônia simples, mas com um teor de emoção e coração envolvidos que é difícil de encontrar. Até o DJ e os fotógrafos choraram!

Foi lindo, foi mágico, foi um momento nosso que compartilhamos com os pouquíssimos amigos presentes….e foi maravilhoso!!”

Ficha técnica

Decoração: Dilce Decorações (uma empresa familiar, na pessoa de sua filha Kely) – Telefone: (48) 3245-7408 ou 9915-9930
Recepção: café colonial: Café Girassol (em São Pedro de Alcântara) –  www.cafegirassol.blogspot.com.br
Foto: Caroline Cerutti – www.carolinecerutti.com.br

Greice e Everton, demorei para publicar o relato de vocês, mas foi com carinho! Tudo de bom para vocês e obrigada por compartilharem sua história aqui no Planejando Meu Casamento!

Se você que está lendo também quer contar a história do seu casamento, dos preparativos, do chá bar etc., escreve pra gente! Envie o relato, as fotos e os fornecedores para contato @ planejandomeucasamento.com.br!


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